Neste refúgio arquitetônico, as rochas abraçam um bar que flutua entre o real e o imaginário. Cada mesa, uma poesia inacabada, enquanto luzes transparentes dançam ao ritmo do tempo, sugerindo que a estrutura, como as cidades invisíveis de Calvino, é um sonho que se refaz a cada instante.
Neste refúgio arquitetônico, as rochas abraçam um bar que flutua entre o real e o imaginário. Cada mesa, uma poesia inacabada, enquanto luzes transparentes dançam ao ritmo do tempo, sugerindo que a estrutura, como as cidades invisíveis de Calvino, é um sonho que se refaz a cada instante.